segunda-feira, maio 01, 2006

Giz-de-cera

"Me traduzo, em indecência, em giz-de-cera;
as certezas, pinto com giz-de-será.
Qual será o giz do ser, o giz da essência?
E quão fino ou grosso é o traço do andar?"

11 comentários:

Tyrian disse...

joinha ^_^

Gustavo Chaves disse...

Muito boa, cada vez que entro neste blog sinto mais honrado de ter participado de duas antologias em que essa talentosa escritora também participou, essa lembra muito o cultismo do barroco, então seria uma poesia BARROCO POS-MODERNA?

Gustavo Chaves disse...

Muito boa, cada vez que entro neste blog sinto mais honrado de ter participado de duas antologias em que essa talentosa escritora também participou, essa lembra muito o cultismo do barroco, então seria uma poesia BARROCO POS-MODERNA?

Fedô disse...

Simplesmente amo...e admito que sinto um enorme orgulho de vc! Estrelinha do meu céu nublado
;D

Amo vc!
:*

Guss disse...

Eu já disse como é extremamente difícil traduzir em palavras os sentimentos?? Bom, se eu já disse ou não, o importante é que tu consegue fazer isso com maestria!

Bju

CoNt disse...

(((Decifro...)))

*[Escorpião]* disse...

Blá ³.

O giz do ser é qualquer coisa menos um giz, e o giz também.

O traço do andar - dizem - é o giz-de-cera. Que nada! É a lapiseira cirurgicamente precisa.

A indecência é ainda mais precisa.

E com todas as cores...

O borrão - e o cinzar - é isso de achar que Platão é mais que Aristóteles. Bullshit!

LopesOBreve disse...

muito bom cara...
excelente...

Binho disse...

Minha Fada favorita, sempre a encher meus olhos e ouvidos com teus versos lindos. Te amo muito filhota, todos morrem de saudade de você aqui na terra dos tubarões.

your disse...

phentermine nice :)

gigio disse...

posta novos?