sexta-feira, dezembro 02, 2005

Re-torno

"Poesia é água dura e pedra viva,
canta, dorme, ri, respira,
só se mostra ao marejar.

Ao sumir, em meu reduto fiz franquias
do carnaval sem folias
que insisto em prolongar.

E então, por quê voltei e fiz agito
se não fosse por um grito
que ousou me despertar?

Sacudiu-me inundação de pensamento
e de flor de firmamento
me impedindo logicar..."

4 comentários:

Julinho da Adelaide disse...
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Julinho da Adelaide disse...

Puta que pariu, muito louco os poemas... a prova nem falo nada, a gente sabe mais que o júlio....hehehe.. e voce e essa tua mania... nao vou te contar nenhum segredinho nao...hehe...meu poema nao tem data e nem necessariamente é real ué...bjao e bom fds cabeçuda

braz disse...

O eco lógico em si suspira
e some em salto além...
Um alento rápido preenche
o infinito reflexo
com sua massa vazia.
O vaso, a flor...
O vale macio onde queda o pedido...
Era-poesia que irrompe vermelha,
mas tanto se rebate que acaba azul
e redonda...
Como o Mundo...
Comum!

Tiago disse...

Água mole em pedra dura tanto bate até que fura! Que vom que você voltou, continua persistindo. Um beijo.