sexta-feira, novembro 04, 2005

à Larrosa

"Não sou eu que forjo palavras;
elas é que me atropelam e lambem
deixando marcas que, humildemente,
transcrevo...
Como vejo e sinto o que nomeio?
Como realidade de sonho e
oceano de sinestesia,
onde me sinto e me vejo"

2 comentários:

Prima disse...

Transcreve divinamente!

Te amo mulher maravilha...eu torço tanto por vc!!!!

Bjoos

braz disse...

Admita: joga-se às vias
para que as palavras - bólidos envenenados, com o lugar do motorista vazio - lhe acertem!
Suicida a ordinariedade dos seus escritos ao prostar-se no centro da auto-estrada literária e entregar-se ao seu fluxo insano!

Perca-se, que encontrar-se-á!

(Ahah! Mesóclises! Elas são bacanas, mas soam obsoletas!
Adoro suas "frases ventias". Venha ver as minhas... Nem sabia que você assistiria o nascimento de meu blog. Agora já tem mais umas coisas antigas, que eu colei só para dar tempo de a inspiração chegar!)

Beijos!